Ansiedade e sofrimento emocional
Transtorno de ansiedade generalizada, síndrome do pânico, fobias, ansiedade social e outros quadros ansiosos, considerados sempre em relação ao contexto e ao funcionamento da pessoa.
Avaliação e acompanhamento clínico em diferentes etapas da vida, com atenção ao contexto, à formulação diagnóstica e à continuidade do cuidado.
Os atendimentos partem de uma avaliação clínica cuidadosa, voltada a compreender sintomas, história, contexto e funcionamento. Antes de definir condutas, é necessário organizar o que está acontecendo e construir uma formulação que oriente o cuidado de forma responsável.
As áreas abaixo indicam demandas frequentes no consultório. Elas não substituem uma avaliação clínica: muitos casos exigem compreensão integrada entre sintomas, desenvolvimento, trajetória de vida, funcionamento executivo, relações e contexto atual.
Atendimento a adultos com diferentes demandas clínicas, com ênfase em avaliação diagnóstica cuidadosa, clareza de formulação e acompanhamento ao longo do tempo.
Transtorno de ansiedade generalizada, síndrome do pânico, fobias, ansiedade social e outros quadros ansiosos, considerados sempre em relação ao contexto e ao funcionamento da pessoa.
Depressão unipolar, transtorno bipolar e quadros relacionados. A avaliação diferencial é importante porque interfere diretamente na direção do tratamento.
Avaliação diagnóstica do déficit de atenção e hiperatividade em adultos, incluindo casos de diagnóstico tardio, com leitura clínica cuidadosa e manejo continuado.
Transtorno obsessivo-compulsivo e quadros relacionados, incluindo sintomas repetitivos e padrões de rigidez que impactam a vida cotidiana e o funcionamento global.
Avaliação e acompanhamento de condições do neurodesenvolvimento em adultos, incluindo TDAH, TEA em perfis de maior autonomia e situações que exigem formulação diferencial.
Para casos com apresentação clínica atípica, diagnósticos prévios inconclusivos ou necessidade de reformulação clínica, com integração cuidadosa das informações disponíveis.
A avaliação psiquiátrica na infância e adolescência exige escuta em etapas, integração de informações e uma leitura clínica ajustada ao desenvolvimento. A condução considera a criança ou o adolescente, os pais e, quando necessário, elementos do contexto escolar e terapêutico.
Avaliação do déficit de atenção e hiperatividade em crianças e adolescentes, com coleta de informações de múltiplas fontes e integração clínica cuidadosa.
Avaliação clínica do TEA, incluindo apresentações de maior autonomia, com observação direta, história clínica detalhada e integração de informações familiares e escolares.
Avaliação de quadros de oposição, desregulação emocional, dificuldades de adaptação e outros padrões comportamentais que impactam o desenvolvimento e a vida familiar e escolar.
Transtornos ansiosos, fobias, ansiedade de separação, TOC e quadros relacionados, com atenção às formas de apresentação próprias dessa fase da vida.
Avaliação e acompanhamento de condições do neurodesenvolvimento, incluindo TDAH, TEA, transtornos da linguagem e condições associadas.
Orientação clínica sobre desenvolvimento, comportamento e saúde mental, favorecendo a compreensão do quadro e a forma de oferecer suporte adequado à criança ou ao adolescente.
Em saúde mental, uma hipótese diagnóstica precisa ser construída com cuidado. Sintomas semelhantes podem ter origens diferentes, e uma mesma pessoa pode apresentar fatores emocionais, cognitivos, familiares, escolares, profissionais e do neurodesenvolvimento interagindo entre si.
Por isso, a avaliação não tem como objetivo apenas confirmar uma suspeita inicial, mas compreender o que está acontecendo, quais hipóteses fazem sentido e quais caminhos de cuidado são mais adequados.
A avaliação psiquiátrica infantojuvenil é um processo estruturado. Cada etapa tem uma função clínica específica e existe para garantir que a compreensão do caso seja suficientemente consistente.
A primeira etapa é dedicada à escuta dos pais. História do desenvolvimento, queixas, contexto familiar e escolar e trajetória clínica prévia compõem a base da avaliação.
Consulta com a criança ou adolescente, adaptada à faixa etária, com observação clínica direta, estabelecimento de vínculo e coleta de informações a partir do próprio paciente.
Análise das informações coletadas, formulação diagnóstica e organização do plano terapêutico. Quando necessário, informações escolares ou de outros profissionais também são consideradas.
Apresentação clara das conclusões aos pais — e, quando adequado, ao próprio paciente — com explicação do que foi compreendido e do plano de cuidado proposto.
Nota clínica: a divisão em etapas permite que responsáveis, paciente e informações complementares sejam considerados com tempo e função clínica próprios. Essa organização favorece uma compreensão mais consistente do caso.
O contato inicial permite orientar a modalidade mais adequada e esclarecer como a avaliação é conduzida.
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